Já toda a gente sabia e o tinha dito. Mas não é estimulante ver o Presidente da República reconhecê-lo no Expresso de ontem:
"E não vale a pena insultar os banqueiros internacionais, o FMI, que não nos ligam nada. Porque somos nós que precisamos de lhes pedir emprestado e são eles que decidem."
Este pragmatismo, quando está em causa a soberania nacional, assusta.
Eis os tempos que deixaremos por memória, desfundação da nacionalidade, erosão da identidade europeia?
Gainsbourg diria "contra os canhões etc."
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